sexta-feira, 12 de junho de 2009

Dirty Dancing - Ritmo Quente


Uma garota em férias com a família se apaixona pelo

instrutor de dança do hotel onde estão hospedados.

Porém, o ritmo quente da dança faz com que seus

pais censurem o romance.

Com Patrick Swayze e Jennifer Grey.

Vencedor do Oscar de Melhor Canção Original.



Direção: Emile Ardolino

Roteiro: Eleanor Bergstein

Produção: Linda Gottlieb

Música: John DeNicola, Donald Markowitz, John Morris e Franke PreviteFotografia: Jeff Jur

Desenho de Produção: David Chapman

Direção de Arte: Mark Haack e Stephen J. Lineweaver

Figurino: Hilary Rosenfeld

Edição: Peter C. Frank



Premiações


- Ganhou o Oscar de Melhor Canção Original ("(I've Had) The Time of My Life").
- Ganhou o Globo de Ouro de Melhor Canção Original ("(I've Had) The Time of My Life").

- Foi ainda indicado em outras 3 categorias:

Melhor Filme - Comédia/Musical, Melhor Ator - Comédia/Musical (Patrick Swayze) e

Melhor Atriz - Comédia/Musical (Jennifer Grey).




Curiosidades


- A canção "She's Like the Wind", presente no filme, é cantada pelo próprio Patrick Swayze.

- Ao longo de todo o filme, as roupas utilizadas pelos personagens Johnny e Baby são bastante contrastantes. Enquanto Baby veste sempre cores leves e alegres, Johnny usa sempre preto ou cores escuras.

- O orçamento de Dirty Dancing

- Ritmo Quente foi de apenas US$ 6 milhões.

- Dirty Dancing

- Ritmo Quente foi relançado nos cinemas americanos em 1997, após uma grande campanha feita por telespectadores através de um programa americano de entrevistas.

- Seguido por Dirty Dancing - Noites de Havana (2004).

Depois do jantar
Carlos Drummond de Andrade

Também, que idéia a sua: andar a pé, margeando a Lagoa Rodrigo de Freitas, depois do jantar.


O vulto caminhava em sua direção, chegou bem perto, estacou à sua frente. Decerto ia pedir-lhe um auxílio.


— Não tenho trocado. Mas tenho cigarros. Quer um?

— Não fumo, respondeu o outro.


Então ele queria é saber as horas. Levantou o antebraço esquerdo,

consultou o relógio:


— 9 e 17... 9 e 20, talvez. Andaram mexendo nele lá em casa.

— Não estou querendo saber quantas horas são. Prefiro o relógio.

— Como?

— Já disse. Vai passando o relógio.

— Mas ...

— Quer que eu mesmo tire? Pode machucar.

— Não. Eu tiro sozinho. Quer dizer... Estou meio sem jeito. Essa fivelinha enguiça quando menos se espera. Por favor, me ajude.


O outro ajudou, a pulseira não era mesmo fácil de desatar. Afinal, o relógio mudou de dono.


— Agora posso continuar?

— Continuar o quê?

— O passeio. Eu estava passeando, não viu?

— Vi, sim. Espera um pouco.

— Esperar o quê?

— Passa a carteira.

— Mas...

— Quer que eu também ajude a tirar? Você não faz nada sozinho, nessa idade?

— Não é isso. Eu pensava que o relógio fosse bastante. Não é um relógio qualquer, veja bem. Coisa fina. Ainda não acabei de pagar...

— E eu com isso? Então vou deixar o serviço pela metade?

— Bom, eu tiro a carteira. Mas vamos fazer um trato.

— Diga.

— Tou com dois mil cruzeiros. Lhe dou mil e fico com mil.

— Engraçadinho, hem? Desde quando o assaltante reparte com o assaltado o produto do assalto?

— Mas você não se identificou como assaltante. Como é que eu podia saber?

— É que eu não gosto de assustar. Sou contra isso de encostar o metal na testa do cara. Sou civilizado, manja?

— Por isso mesmo que é civilizado, você podia rachar comigo o dinheiro. Ele me faz falta, palavra de honra.

— Pera aí. Se você acha que é preciso mostrar revólver, eu mostro.

— Não precisa, não precisa.

— Essa de rachar o legume... Pensa um pouco, amizade. Você está querendo me assaltar, e diz isso com a maior cara-de-pau.

— Eu, assaltar?! Se o dinheiro é meu, então estou assaltando a mim mesmo.

— Calma. Não baralha mais as coisas. Sou eu o assaltante, não sou?

— Claro.

— Você, o assaltado. Certo?

— Confere.

— Então deixa de poesia e passa pra cá os dois mil. Se é que são só dois mil.

— Acha que eu minto? Olha aqui as quatro notas de quinhentos. Veja se tem mais dinheiro na carteira. Se achar uma nota de 10, de cinco cruzeiros, de um, tudo é seu. Quando eu confundi você com um, mendigo (desculpe, não reparei bem) e disse que não tinha trocado, é porque não tinha trocado mesmo.

— Tá bom, não se discute.

— Vamos, procure nos... nos escaninhos.

— Sei lá o que é isso. Também não gosto de mexer nos guardados dos outros. Você me passa a carteira, ela fica sendo minha, aí eu mexo nela à vontade.

— Deixe ao menos tirar os documentos?

— Deixo. Pode até ficar com a carteira. Eu não coleciono. Mas rachar com você, isso de jeito nenhum. É contra as regras.

— Nem uma de quinhentos? Uma só.

— Nada. O mais que eu posso fazer é dar dinheiro pro ônibus. Mas nem isso você precisa. Pela pinta se vê que mora perto.

— Nem eu ia aceitar dinheiro de você.

— Orgulhoso, hem? Fique sabendo que tenho ajudado muita gente neste mundo. Bom, tudo legal. Até outra vez. Mas antes, uma lembrancinha.
Sacou da arma e deu-lhe um tiro no pé.

Texto extraído do livro "Os dias lindos", Livraria José Olympio Editora
— Rio de Janeiro, 1977, pág. 54.

Caetano Veloso





Muito Romântico
(Caetano Veloso)


Não tenho nada com isso nem vem falar
Eu não consigo entender sua lógica
Minha palavra cantada pode espantar
E a seus ouvidos parecer exótica
Mas acontece que eu não posso me deixar
Levar por um papo que já não deu
Acho que nada restou pra guardar
Do muito ou pouco que houve entre você e eu
Nenhuma força virá me fazer calar
Faço no tempo soar minha sílaba
Canto somente o que pede pra se cantar
Sou o que soa eu não douro a pílula
Tudo o que eu quero é um acorde perfeito maior
Com todo o mundo podendo brilhar no cântico
Canto somente o que não pode mais se calar
Noutras palavras sou muito romântico


"Caetano é a "mais completa tradução" da transformação, de tempo e espaço. "

"Saudade é uma coisa que não tem medida,
é um vazio que a gente só pode preencher com a lembrança."

"A saudade é um sentimento do coração que vem da sensibilidade e não da razão."

"Pare de olhar para trás. Você já sabe onde esteve. Você precisa saber para onde vai. Acostume seus olhos a mirar o futuro."

P.S. Eu Te Amo


Para as mulheres o amor é maravilhoso e o filme P.S. Eu Te Amo mostra como um homem também pode amar incondicionalmente. O filme começa mostrando a vida de um casal que apesar de alguns desentendimentos o que é muito comum são bastante felizes.
Os dois trabalham e moram em um apartamento mais ela não gosta e quer mudar para um maior. Tem uma vida bastante normal e se amam muito. Porém quando Gerry morre devido a uma doença a vida de Holly também acaba, já que ela entra em profunda depressão. Mas o que ela não esperava era que, imaginando que isto poderia acontecer, Gerry deixou para ela diversas cartas antes de morrer. Cada uma delas busca guiar Holly no caminho de sua recuperação, não apenas da dor pela sua perda mas também de sua própria redescoberta

-Curiosidades -

- Durante a realização da cena de striptease o suspensório de Gerard Butler atingiu a testa de Hilary Swank, fazendo com que a atriz fosse levada ao hospital.
- O ator Jeffrey Dean Morgan teve que aprender a tocar guitarra em um curto espaço de tempo para o filme. Ele teve como instrutor Nancy Wilson, da banda Heart.

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