quinta-feira, 31 de julho de 2008

O Rei "Elvis Presley"






Elvis Aaron Presley nasceu em 8 de janeiro de 1935, na cidade de East Tupelo (Mississipi – Estados Unidos). Foi um dos mais populares cantores de Rock’n and Roll de todos os tempos. É considerado por muitos o pai deste ritmo musical.Quando era jovem, Elvis assistia cultos da Igreja Pentecostal de sua cidade. Gostava muito das canções gospel que eram cantadas na igreja. Durante a juventude, também entrou em contato com a música country e com o blues (típico da região sul dos Estados Unidos). Estes ritmos musicais marcaram a formação musical de Elvis Presley.Ainda na adolescência aprendeu a tocar guitarra e chegou a ganhar um concurso de jovens talentos musicais em sua cidade.Mas a música ainda não gerava renda e ele precisava, em função da situação financeira da família, trabalhar. Após concluir o ensino secundário foi trabalhar como caminhoneiro. Em 1953, enquanto gravava algumas músicas para o aniversário da mãe, chamou a atenção de Sam Phillips, proprietário de estúdio musical e dono do selo de discos Sun Records. Já em 1954 começava a gravar suas primeiras músicas, iniciando sua carreira profissional. Em julho de 1954, duas músicas de Elvis ( “Take” e "Blue Moon of Kentucky”), que compunham seu primeiro disco single, começam a tocar nas rádios de Memphis. O sucesso foi imediato e espalhou-se por outras cidades rapidamente. Em 17 de julho, Elvis faz seu primeiro show na cidade de Memphis.Em 1955, seu contrato musical passa para um novo selo a RCA. Em 1956, o sucesso de Elvis passa ser internacional e o cantor é considerado um fenômeno de sucesso e venda de discos. No ano de 1958, Elvis foi servir o exército. Entre outubro de 1958 e março de 1960, Elvis permaneceu numa base militar dos Estados Unidos na então Alemanha Ocidental. Sua carreira musical voltou com toda força ao sair do exército. Nos anos 60, Elvis era um dos maiores ídolos da música internacional.O estilo de Elvis era contagiante e fazia admiradores em todas as faixas etárias e classes sociais, embora fosse condenado pelos conservadores, que o considerava um atentado aos bons costumes. Elvis dançava e requebrava com sua guitarra, num estilo empolgante e revolucionário para a época. Além da música, Elvis também atuou no cinema fazendo grande sucesso.

Seus filmes eram recheados com canções de sucesso e levavam milhões de pessoas as bilheterias de cinemas do mundo todo. Seu primeiro filme foi “ Love me Tender” de 1956.Os anos 70 não foram tão bons para o ídolo do rock, embora o sucesso continuasse a todo vapor. Enfrentou problemas pessoais. Passou a aparecer poucas vezes em público, permanecendo grande parte do tempo em sua mansão, fazendo poucos shows. Elvis Presley morreu em 16 de agosto de 1977, em sua mansão no Memphis (Tennesse) de ataque cardíaco fulminante. Atribui-se seus problemas de saúde, inclusive sua morte, ao uso exagerado de barbitúricos. Sua carreira musical durou 23 anos.




Grandes Sucessos de Elvis Presley





- Love me tender
- Always On My Mind
- Can't Help Falling In Love
- Suspicious Minds- My way
- Jailhouse Rock
- Unchained Melody
- Bridge Over Troubled Water
- A Little Less Conversation
- It's Now Or Never
- Only You
- Hound Dog
- That's All Right, Mama
- Blue Suede Shoes
- Burning Love
- Sweet Caroline
- Kiss Me Quick

Filme "O Profissional"


Sinopse


Um filme de ação e suspense sobre um par incomum, reunindo um matador profissional, uma garota que se torna sua protegida e a relacionamento que resulta de seus mundos diferentes. Um corrupto agente do departamento de narcóticos e sua gangue matam toda uma família como vingança por um negócio de drogas mal sucedida. Resta apenas uma garota que, escondida, foge para o apartamento vizinho em busca de socorro. Lá ela conhece Leon um assassino profissional com pouquíssima razão para gostar de pessoas que trabalha para um intermediário no bairro italiano. Para a menina ele é a única salvação. Sem saída ele se dispõe em ajudá-la a encontrar os assassinos e vingar a morte de sua família. Um relacionamento entre pai e filha vai surgindo entre os dois e Leon, antes um solitário, encontra na menina a companhia e o carinho que nunca teve, retribui ensinando e protegendo criando um vínculo amoroso que vai mudar a vida dos dois para sempre.



Elenco
Jean Reno (Léon)
Gary Oldman (Stansfield)
Natalie Portman (Mathilda)
Danny Aiello (Tony)
Peter Appel (Malky)
Michael Badalucco (Pai de Mathilda)
Elizabeth Regen (Irmã de Mathilda)
Carl J. Matusovich (Irmão de Mathilda)
Willi One Blood (Capanga de Stansfield)
Don Creech (Capanga de Stansfield)
Keith A. Glascoe (Capanga de Stansfield)
Randolph Scott (Capanga de Stansfield)

"Estréia de Natalie Portman no cinema. Ela tinha 11 anos na época das filmagens."

"Trechos de Livros"




"Sun Tzu disse:
Comandar muitos é o mesmo que comandar poucos. Tudo é uma questão de organização. Controlar muitos ou poucos é uma mesma e única coisa. É apenas uma questão de formação e sinalizações".

(Trecho de A Arte da Guerra, de Sun Tzu)


-"Não ensino, Josef, que se deve "suportar" a morte ou "aceitá-la". Isso seria trair a vida. Eis minha lição - Morra no momento certo!.... Viva enquanto VIVER!....Caso não se viva no tempo certo, então nunca se conseguirá morrer no momento certo."-Pergunte a si mesmo, Josef, você consumiu a sua vida? Você viveu a sua vida? Ou foi VIVIDO por ela? ESCOLHEU-A ou ela escolheu vocÊ? Amou-a? ou a lamentou? Eis o que queo dizer quando pergunto se consumiu a sua vida...Não ficar impotente lamentando a vida que nunca viveu... esta é a causa da sua angústia e frustação"

("Quando Nietzsche Chorou" de Irvin D.Yalom )


"Dr. John Gray
Tudo o que nos traz bem-estar sempre irá atrair mais bem-estar.
Neste exato momento você está lendo este livro. Foi você que o atraiu para sua vida e é opção sua desejar levá-lo e utilizá-lo, se for prazeroso. Caso não seja, deixe-o de lado. Encontre algo prazeroso, que entre em ressonância com seu coração.
O conhecimento do Segredo está sendo dado a você, e o que fará com ele fica a seu critério. O que escolher para si está certo. Usá-lo, ou não usá-lo é opção. Essa liberdade lhe pertence. "

(Trecho de O Segredo, de Rhonda Byrne)

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Filme "OS AMORES DE MOLL FLANDERS"


" Moll Flanders herdou da mãe um crucifixo de latão e toda uma vida dedesafios. Criada por freiras, entre órfãos e crianças abandonadas,logo ganha sua estranha liberdade. Depois de pouco tempo é acolhida poruma familia e conhece o ambicioso mundo da Sra Allworth. Nele ganha umamigo, o Sr Hibble e casa-se com um famoso artista que conheceu. Mas sua felicidade é passageira, seu grande amor adoece e morre deixando-lhe Flora, a filha tão sonhada. A história se repete e novamente vê sua vida desmoronar com a noticia de que a filha sumira após um incêndio. Moll não permite se levar pelo desespero e luta para mudar seu destinho.Aprendiz dos mistérios da vida. Moll Flanders deixa sua mensagem até para aqueles que não acreditam na esperança."

ELENCO:

Robin Wright

Morgan Freeman

Stockard Channing

John Lynch

Brenda Fricker

Aisling Corcoran

Geraldine James

Jeremy Brett

Jim Sheridan

Ano: 1995
Duração: 124 Minutos
Direção: Pen Densham

=>Esse foi um filme que assisti há muito tempo.A história e a fotografia do filme é maravilhosa .Tentei localiza-lo em DVD,mais acredito que não localizei.Se alguém encontrar algum link desse filme para baixar ,por favor me comunique.Serei muito agradecida.Vale muito a pena conferir essa linda historia...Sei que sou suspeita em falar ,pois adoro filmes de época...mais ainda dos que me fazem chorar...srrsr.Bem então é isso! Bjokas<=

terça-feira, 29 de julho de 2008

"TANGO"




"Por una cabeza" - Carlos Gardel


Por una cabeza
de un noble potrillo
que justo en la raya
afloja al llegar,
y que al regresar
parece decir:
No olvidé, hermano,
vos sabés, no hay que jugar.
Por una cabeza,
metejón de un día
de aquella coqueta
y burlona mujer,
que al jurar sonriendo
el amor que está mintiendo,
quema en una hoguera
todo mi querer.

Por una cabeza,
todas las locuras.
Su boca que besa,
borra la tristeza,
calma la amargura.
Por una cabeza,
si ella me olvida
qué importa perderme
mil veces la vida,
para qué vivir.

Cuántos desengaños,
por una cabeza.
Yo jugué mil veces,
no vuelvo a insistir.
Pero si un mirar
me hiere al pasar,
sus labios de fuego
otra vez quiero besar.
Basta de carreras,
se acabó la timba.
¡Un final reñido
ya no vuelvo a ver!
Pero si algún pingo
llega a ser fija el domingo,
yo me juego entero.


____________________________________


"o tango é a dança da carne, do desejo, dos corpos entrelaçados.é um diálogo novo, a sedução feita movimento, o ir e vir, encontro de dois mundos. é um baile exibicionista, esteticamente belo, e ronda sem temores o universo do lúdico.o casal de baile roça seus sapatos entre sensuais carícias enquanto o atônito espectador ocasional, eterno voyeur, se fascina e deslumbra com o ardor do tácito romance entre os bailarinos..."

domingo, 27 de julho de 2008

Filme "Memórias de uma Gueixa"


Título Original:
"Memoirs of a Geisha" (2006)

Realização:
Rob Marshall

Argumento:
Robin Swicord, com base no livro homónimo de Arthur Golden

Actores:
Zhang Ziyi – Sayuri
Administrador – Ken Watanabe
Mameah – Michelle Yeoh
Gong Li - Hatsumono





Memórias de uma Gueixa é um filme baseado no best-seller homónimo de Arthur Golden, que por sua vez, o escreveu inspirado na vida de uma verdadeira gueixa. O livro foi publicado em 1997 e obteve grande êxito. Durante algum tempo o projecto esteve nas mãos de Spielberg, que acabou por fazer outros filmes e não este, e o lugar de realizador ficou para Rob Marshall (Chicago).

Poucos anos antes da 2ª guerra mundial, numa pobre aldeia de pescadores a pequena Chiyo é vendida pelo pai para ser ensinada numa casa de gueixas. Lá é castigada pela “Mãe” (a dona da casa) pelas suas tentativas de fuga, acabando por habituar-se à sua vida de serviçal. Vida essa que é dificultada por Hatsumono, a gueixa que sustenta a casa, e que a inveja pela invulgar cor azul dos seus olhos e pela beleza que em breve começará a desabrochar. Um dia Chiyo conhece um importante homem a quem chamam Administrador quando ele a encontra na rua e gentilmente lhe oferece um doce. Deslumbrada pelas gueixas que o acompanhavam, Chiyo deseja tornar-se ela própria uma gueixa para poder acompanhar o Administrador.
Quando é entregue aos cuidados de Mameah, uma conhecida gueixa, Chiyo passa a chamar-se Sayuri e aprende tudo o que uma gueixa deve saber: vestir bonitos kimonos, usar a tradicional maquilhagem branca na cara e pintar de vermelho os lábios, tocar um instrumento musical e dançar. Sayuri aprende também que, ao contrário do que muita gente pensa, uma gueixa não é uma prostituta (gueixa significa artista), nem amante, mas sim uma acompanhante de homens ricos e conhecidos com quem conversam, servem saké com um toque de sedução nos salões e podem acompanhá-los noutros lugares públicos. Sayuri cresce e em pouco tempo a sua beleza e o seu talento para dançar tornam-na numa das mais requisitadas gueixas, disputando com Hatsumono os homens mais importantes. Amando em segredo o Administrador, Sayuri não consegue revelar-lhe os seus sentimentos, pois uma gueixa não o deve fazer, uma gueixa não deve amar.

Memórias de uma Gueixa é um filme visualmente deslumbrante com um enredo que nos leva ao tradicional e exótico mundo oriental que sempre tem despertado a nossa curiosidade, a dos ocidentais. A acção do filme parecerá lenta aos olhos de quem não aprecia a temática. Permanece uma dúvida: poderá um realizador americano ter retratado bem o mundo das gueixas ou um realizador chinês ou japonês teria tornado este filme mais rico do que é em termos de cultura? Como não são só os cenários belos que fazem um bom filme, o argumento parece-me bom, mas falta-lhe qualquer coisa… O elenco foi bem escolhido, com destaque para a protagonista: Zhang Ziyi (O Tigre e o Dragão, O Segredo dos Punhais Voadores).

domingo, 20 de julho de 2008

Filme

O Escafandro e a Borboleta
Título Original: Le Scaphandre et le Papillon




Elenco e Créditos:
Mathieu Amalric
Emmanuelle Seigner
Marie-Josée Croze
Anne Consigny
Patrick Chesnais
Niels Arestrup
Olatz López Garmendia Direção: Julian Schnabel
Produção: Kathleen Kennedy Jon Kilik
Fotografia: Juliette Welfling
Trilha Sonora: Paul Cantelon

Sinopse:

Jean-Dominique Bauby (Mathieu Amalric) tem 43 anos, é editor da revista Elle e um apaixonado pela vida. Mas, subitamente, tem um derrame cerebral. Vinte dias depois, ele acorda. Ainda está lúcido, mas sofre de uma rara paralisia: o único movimento que lhe resta no corpo é o do olho esquerdo. Bauby se recusa a aceitar seu destino. Aprende a se comunicar piscando letras do alfabeto, e forma palavras, frases e até parágrafos. Cria um mundo próprio, contando com aquilo que não se paralisou: sua imaginação e sua memória.

Crítica:
O Escafandro e a Borboleta é a versão cinematográfica do livro homônimo de Jean Dominique Bauby, no qual o autor descreve seus pensamentos, lembranças e impressões após contrair a síndrome locked in, uma paralisia completa que somente deixa suas pálpebras livres. De repente, ele vira um legume, como ele mesmo descreve no longa. O livro é difícil, introspectivo, mas funciona junto ao leitor simplesmente porque a escrita é muito mais livre que o cinema. Eis que neste filme o diretor nova iorquino Julian Schnabel (de trabalhos como Antes do Anoitecer e Basquiat,Traços de uma Vida) consegue o que parecia ser inimaginável: transformar o livro de Bayby num excelente longa - metragem. As primeiras imagens de O Escafandro e a Borboleta denotam a confusão de uma pessoa que acaba de acordar de um coma: imagens desfocadas, imagens e vozes de pessoas desconhecidas confundem o narrador, cuja voz é sempre exibida em off, já que, após o incidente que o coloca numa cama de hospital no litoral francês, ele só consegue se comunicar ao piscar o olho esquerdo. A direção não - convencional é mantida durante todo o longa, conduzindo o espectador pela mão por esse novo universo de Bauby. O protagonista é interpretado magistralmente por Mathieu Amalric. Originalmente, o papel seria oferecido a Johnny Depp, mas o cobiçado ator estava com a agenda cheia e preferiu filmar Piratas do Caribe,No Fim do Mundo. Sorte a nossa. Ao mesmo tempo em que Amalric está irreconhecível como o protagonista deste longa, é impossível imaginar outro ator no papel, mesmo Depp. Junto à direção de Schnabel que transmite ao espectador com perfeição a angústia de Bauby fechado em seu escafandro (aquela roupa que os mergulhadores usavam antigamente, com capacete e tudo), como se imagina em suas muitas fantasias , a atuação de Amalric completa o o drama, que traduz com emoção extrema o drama do personagem / autor. A história de O Escafandro e a Borboleta poderia render um dramalhão como aqueles óbvios feitos para TV, mas passa longe da sedução óbvia por meio de imagens explicitamente tristes. Evidentemente, o longa não deixa de levar o público mais sensível às lágrimas descontroladas, mas é exatamente pela condução bem-sucedida de Schnabel. O diretor se arrisca, faz um filme pouco linear, que mistura imagens desfocadas ás fantasias do protagonista, e tem como resultado um drama como poucos. Digno e emocionante de forma genuína.












sábado, 19 de julho de 2008

" Audrey Hepburn "





Audrey nasceu em maio de 1929, em Bruxelas, na Bélgica. Seu nome verdadeiro era Ella van Heemstra Hepburn Ruston. Desde pequena já tinha um porte de modelo. Seus pais eram riquíssimos (sua mãe era baronesa) e acabaram por se divorciar quando ela ainda era uma criança. Sua infância foi passada na Holanda, mas depois do divórcio dos pais, mudou-se para Londres. Sua família, de origem judia, teve muitos problemas durante a guerra, tendo que se refugiar. Seu meio irmão foi mandado para o campo de concentração. Ela sempre se lembrou dessa época, em que chegou a ficar desidratada e anêmica, por não terem o que comer. Disse certa vez: “foi há muito tempo e estou certa de que já passei por outros períodos mais difíceis na minha vida. O superficial não é importante, as experiências mais profundas é que me formaram. Basicamente, tudo que acontece na vida é essencial, mas o que conta é a experiência, as atitudes que sou capaz de tomar depois".Depois da guerra, começou a trabalhar como modelo, fazendo comerciais, e fazendo pontas em filmes na Grã-Bretanha. Fez Gigi na Broadway, da romancista francesa Colette. A partir daí ganhou o estrelato.
Tinha um curioso sotaque anglo-europeu, e não era o tipo que poderia ser considerado como ideal: era magra, tinha pés enormes, mas tinha classe. E muita.
Em 1953, fez “A princesa e o plebeu”, com Gregory Peck, filme que lhe rendeu um Oscar. . no ano seguinte fez Sabrina, onde contracenou com William Holden e Humphrey Bogart. Foi nesse ano que conheceu seu primeiro marido, o ator Mel Ferrer (com quem teve um filho, Sean).



Suas roupas, no clássico"Bonequinha de Luxo", de 1961, tornaram-se exemplo de sofisticação clássica, com seus vestidos pretos e formas limpas, feitos pelo estilista Givenchy. Retornou às telas, após um período afastada, em “Robin e Marian”, de 1976. Nesse filme interpretou Marian, a companheira de Robin Hood, que roubava dos ricos para dar aos pobres.
1968 foi ano do seu casamento com o médico Andréa Dotti, com quem teve o segundo filho, Luca. Seu terceiro companheiro foi Robert Wolders, com quem viveu até falecer.
Audrey concorreu 5 vezes à estatuera. Em 1988 tornou-se embaixadora da UNICEF, dedicando-se às questões humanitárias. Pouco tempo depois, descobriu-se com um câncer de colo, que acabou por tirar-lhe a vida, em 1993.


Filmografia :

1989 - Além da eternidade (Always)

1987 - Amor entre ladrões (Love among thieves) (TV)

1981 - Muito riso e muita alegria (They all laughed)

1979 - A herdeira (Bloodline)

1976 - Robin e Marian (Robin and Marian)

1967 - Um clarão nas trevas (Wait until dark)

1967 -
Um caminho para dois (Two for the road)

1966 -
Como roubar um milhão de dólares (How to steal a million)

1964 -
My fair lady (My fair lady)

1964 -
Quando Paris alucina (Paris - When it sizzles)

1963 -
Charada (Charade)

1961 - Infâmia (Children's hour, The)

1961 -
Bonequinha de luxo (Breakfast at Tiffany's)

1960 - O passado não perdoa (Unforgiven, The)

1959 - A flor que não morreu (Green mansions)

1959 - Uma cruz à beira do abismo (Nun's story, The)

1957 -
Um amor na tarde (Love in the afternoon)

1957 -
Cinderela em Paris (Funny face)

1956 - Guerra e paz (War and peace)

1954 -
Sabrina (Sabrina)

1953 -
A princesa e o plebeu (Roman holiday)

1952 - Secret people, The

1952 - Nous irons à Monte Carlo

1951 - Laughter in paradise

1951 - O mistério da torre (Lavender Hill Mob, The)

1951 - Monte Carlo baby

1951 - One wild oat

1951 - Young wive's tale

1948 - Nederland in 7 lessen






Prêmios:

- Recebeu 5 indicações ao Oscar de Melhor Atriz, por "A Princesa e o Plebeu" (1953), "Sabrina" (1954), "Uma
Cruz à Beira do Abismo" (1959), "Bonequinha de Luxo" (1961) e "Um Clarão nas Trevas" (1967). Venceu por "A Princesa e o Plebeu".
- Recebeu 4 indicações ao Globo de Ouro de Melhor Atriz - Drama, por "A Princesa e o Plebeu" (1953), "Guerra e Paz" (1956), "Uma Cruz à Beira do Abismo" (1959) e "Um Clarão nas Trevas" (1967).
Venceu por "A Princesa e o Plebeu".
- Recebeu 4 indicações ao Globo de Ouro de Melhor Atriz - Comédia/Musical, por "Um Amor na Tarde" (1957), "Charada" (1963), "My Fair Lady" (1964) e "Um Caminho para Dois" (1967).
- Ganhou o Prêmio Cecil B. DeMille em 1990, concedido pela Associação de Jornalistas Estrangeiros de Hollywood.
- Recebeu 5 indicações ao BAFTA de Melhor Atriz Britânica, por "A Princesa e o Plebeu" (1953), "Sabrina" (1954), "Guerra e Paz" (1956), "Uma Cruz à Beira do Abismo" (1959) e "Charada" (1963).
Venceu por "A Princesa e o Plebeu", Uma Cruz à Beira do Abismo" e "Charada".
- Ganhou o prêmio de Melhor Atriz no Festival de San Sebastian, por "Uma Cruz à Beira do Abismo" (1959).

Curiosidades

- Recebeu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas o Jean Hersholt Humanitarian Award, em 1993, por seu trabalho como embaixadora da Unicef.
-O prêmio foi entregue postumamente e recebido por seu filho, Sean Hepburn Ferrer.
- Possui uma estrela na Calçada da Fama, localizada em 1650 Vine Street.


Music...



Alanis (...)












Biografia:

Alanis Morissette é uma das cantoras-compositoras mais bem-sucedidas no rock feminino, a partir da metade dos anos 90. Nascida em 1 de junho de 1974, Alanis Nadine Morissette foi criada com os seus dois irmãos, Wade e seu irmão gêmeo Chad, em Ottawa, Canadá por pais francês-canadenses e húngaros. Aos 10 anos de idade a precoce Alanis tinha ganhou um papel no Nickelodean TV Show, apresentando o programa: "You Can't Do That on Television" e pôde gravar seu primeiro single, "
Fate Stay With Me".Aos 14 anos de idade o trabalho duro foi pago e ela assinou um contrato com a gravadora MCA/Canada. A estréia dela em "Alanis", uma coleção de canções pop-dance, foi lançada em 1991 e foi platina no Canadá. Naquele ano, Alanis ganhou o prêmio JUNO (o Grammy do Canadá) em cantora revelação. Com o seu esforço, em 1992 "Now Is The Time", foi gravado e lançado antes mesmo que ela se formasse no Ensino Médio. Porém, este álbum (outra coleção adolescente de pop-dande) vendeu apenas metade do disco anterior, e aos 17 anos de idade ela olhou como se a sua carreira estivesse desmoronando. Depois da escola secundária, Alanis se mudou para Los Angeles onde ela teve uma boa oportunidade para alavancar de vez, com o compositor/produtor Glen Ballard, conhecido pelo trabalho dele com Michael Jackson, Paula Abdul e Wilson Phillips. A química criativa entre Glen e Alanis foi desde o princípio evidente. Glen Ballard aconselhou a Alanis procurar temas mais melancólicos, mais críticos para a sua música, ousando passar da inteligente adolescente para uma jovem mulher introspectiva."A maioria das canções são, de um modo indireto, realmente dirigidas a mim" diz Alanis do trabalho dela com Glen Ballard neste momento. Há um certo aspecto das canções que é muito confessionário, muito puro ...e está desacorrentado, como uma experiência espiritual."Após apresentar a sua fita demo nas principais marcas, Alanis assinou com a Maverick o selo da Madonna. "Jagged Little Pill, foi lançado no verão de 1995. Em virtude do estouro do single "You Oughta Know", que se tornou o hino das neo-feministas, o álbum alcançou disco de platina e o Top 10. Em seguida os singles "Hand In My Pocket", "All I Really Want" e "Ironic" mantiveram "Jagged Little Pill no álbum desenha os próximos dois anos, enquanto vendendo 28 milhões de cópias no mundo todo, ao final das contas.Choveram prêmios em cima da Alanis, devido ao enorme sucesso de "Jagged Little Pill que lhe rendeu, inclusive Grammys para Álbum do Ano, Melhor Performance Rock Vocal Feminino (com "You Ougtha Know"), Melhor Canção Rock e Melhor Álbum Rock. Após uma temporada na Índia, Alanis lançou em novembro de 1998, "Supposed Former Infatuation Junkie", novamente pelo selo da Maverick e vendeu mais de 7 milhões de cópias no mundo. Depois da terminar uma turnê ao lado de Tori Amos, Alanis Morissette foi para a Nova Zelândia e Austrália a uma outra turnê, gravando nesse intervalo o "MTV Unplugged" lançado no final de 1999. gravado na "Brooklyn Academy of Music" em meados de setembro. Na gravação, a canadense executou versões acústicas para várias cancões, de tais como "You Oughta Know", "Univited" e uma regravação do The Police "King Of Pain".Novembro de 1999 foi um mês grandioso para Alanis que debutou nas telonas cinematográficas representando Deus no filme "Dogma" do diretor Kevin Smith. - O filme causou polêmica, afinal a história não é nada convecional: trata-se de dois anjos rebeldes Loki e Bartelby (respectivamente representado por Matt Damon e Ben Affleck), banidos do céu, eles vivem exilados em uma cidadezinha americana, planejando a volta ao Reino Celestial; Deus (Alanis Morissette) não quer que isso aconteça e pede ajuda a Bethany (vivida por Linda Fiorentino), empregada de uma clínica de abortos. Teve muita gente que não gostou nadinha e os religiosos pediram pela censura do filme. Quanto a isso, Alanis foi categórica: "As pessoas que pedem a censura são aquelas que têm medo e projetam esse medo na arte", disse ela à revista americana Interview. A trilha sonora do filme traz uma nova canção da canadense, denominada "Still".



Ironic

An old man turned ninety-eight
He won the lottery and died the next day
It's a black fly in your Chardonnay
It's a death row pardon two minutes too late
Isn't it ironic... don't you think
(chorus)
It's like rain on your wedding day
It's a free ride when you've already paid
It's the good advice that you just didn't take
Who would've thought... it figures
Mr. Play it Safe was afraid to fly
He packed his suitcase and kissed his kids good-bye
He waited his whole damn life to take that flight
And as the plane crashed down he thought
"Well, isn't this nice."
And isn't it ironic ... don't you think
(chorus)
It's like rain on your wedding day
It's a free ride when you've already paid
It's the good advice that you just didn't take
Who would've thought... it figures
Well life has a funny way
of sneaking up on you when you think everything's okay and everything's going right
And life has a funny way
of helping you out when you think everything's gone wrong and everthing blows up in your face
A traffic jam when you're already late
A no-smoking sign on your cigarette break
It's like 10,000 spoons when all you need is a knife
It's meeting the man of my dreams
And then meeting his beautiful wife
And isn't it ironic... don't you think
A little too ironic.. and yeah I really do think...
(repeat chorus)
Well life has a funny way of sneaking up on you
And life has a funny, funny way of helping you out
Helping you out

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Solta o Samba ...




Seu garçom


Noel Rosa



Faça o favor de me trazer depressa
Uma boa média que não seja requentada
Um pão bem quente com manteiga à beça
Um guardanapo
Um copo d'água bem gelado
Feche a porta da direita com muito cuidado
Pois não estou disposto a ficar exposto ao Sol
Vá perguntar ao seu freguês do lado
Qual foi o resultado do futebol
Se você ficar limpando a mesa
Não me levanto nem pago a despesa
Vá pedir ao seu patrão
Uma caneta, um tinteiro, um envelope e um cartão
Não se esqueça de me dar palito
E um cigarro pra espantar mosquito
Vá dizer ao charuteiro
Que me empreste uma revista, um cinzeiro e um isqueiro
Telefone ao menos uma vez
Para 344333
E ordene ao Seu Osório
Que me mande um guarda-chuva aqui pro nosso escritório
Seu garçom me empreste algum dinheiro
Que eu deixei o meu com o bicheiro
Vá dizer ao seu gerente
Que pendure essa despesa no cabide ali em frente
Seu garçom
Faça o favor de me trazer depressa
Uma boa média que não seja requentada
Um pão bem quente com manteiga à beça
Um guardanapo
Um copo d'água bem gelado
Feche a porta da direita com muito cuidado
Pois não estou disposto a ficar exposto ao Sol
Vá perguntar ao seu freguês do lado
Qual foi o resultado do futebol

quinta-feira, 17 de julho de 2008

GOSTO DE SAUDADE




Não sei se saudade tem cor.Dizem que sim.O que eu sei é que ela tem forma. Tem gosto. Tem cheiro. E peso também.E, acreditem, ela tem asas!!!Se não, como nos transportaria tantas vezes a lugares tão distantes?E sei ainda que ela se agiganta quando mais tentamos diminuí-la.Sei que ela dói de dor intensa e sem remédio.Se não fosse ela, não sei se teríamos consciência do tamanho da importância das pessoas pra gente. Porque quando amamos alguém,a saudade já chega por antecipação, sorrateira, disfarçada de algo que não conseguimos decifrar.É aquela dor fininha de não sei o quê, a angústia boba que nos invade só de imaginar a separação. E a gente fica meio sem saber o que fazer. Mas é assim... é uma dor que gostamos de sentir, um sabor que queremos provar, é algo que não sabemos explicar,mas é quase palpável.É amor disfarçado de muita coisa. São emoções guardadas bem lá no fundo.Saudade... do que foi e do que vai ser.Saudadeque nos acompanha pra diminuir a solidão e que nos mostra, sobretudo, que estamos vivos.Aprendi ainda que saudade não mata.É só quase. A gente pensa que vai morrer,mas sobrevive sempre,porque ela traz escondidinha nela uma outra coisa que chamamos de esperança,que nos ajuda a caminhar,porque saudade, como o amor, não é cega,
saudade vê mais além.



Wal(...) Saudade enorme de você!!!
Citações e Excitações - ou A Arte de Enrolar
Ele: - Responde, vai. Você tem certeza de que é feliz comigo? Nunca entendo esse seu olhar divagante.
Ela (mascando chiclete, como quem masca o tédio): - hum?...
Ele: - Perguntei se ainda é feliz comigo.
Ela: - Bem... digamos que... "a existência precede a essência" - Sartre!
Ele: - Muito bem, mas o que isto quer dizer? Dá p'ra ser objetiva?
Ela: - Isto quer dizer que "se você recorda a si próprio quando você é você, você não está com o propósito de criar você" - Gertrud Stein, saca?
Ele (irritado) - Não, não saco. Tá a fim de abrir a relação, é isso?
Ela: - "Sossegadamente fitemos um ao outro e aprendamos que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas" - Ricardo Reis! Linda essa, não?
Ele: - Isto quer dizer que você soltou minha mão e vai me mandar à luta?
Ela: - Mas será que você não consegue captar a profundidade do que digo? Tem sempre que ser literal e levar tudo a ferro e fogo? Que coisa mais limitadora!
Ele: - Chega de me enrolar com essas citações! Não dá p'ra falar com as próprias palavras?
Ela: - Não adianta. Você não entende...
Ele: - Nem eu e nem você! Já estou farto desse seu gênero pseudo-intelectual barato e pouco prático de ser! Foi a fórmula que encontrou para fugir das decisões.
Ela: - "A potência intelectual de um homem se mede pela dose de humor que ele consegue ter" - Nietzsche! - Essa é boa, hein? E você não está tendo nenhum senso de humor agora.
Ele: - E a potência sexual não conta? Intelectualismo é coisa de bicha ! Esses manés todos que você citou aí deviam ter sérios problemas sexuais! Tudo um bando de veados!
Ela: - Conta, claro! Mas aí eu teria que recorrer a Darwin, e não me vem nada dele à cabeça agora.
Ele: - Dá prá ser mais clara? Tá a fim de me provocar, é? Pergunta simples: ficamos ou abrimos?
Ela: - Ai, quanta dicotomia, mon Dieu! Tudo é tão relativo...
Ele: - Já sei, já sei: Einstein. Desisto...
Ela: - Bem, esse relativo é relativo... Einstein não deve ter sido o primeiro a dizer isto mas...
Ele: - Chega! Vá pro inferno!
Ela: - "O inferno são os outros" - Sartre! Ao final, tirando o chiclete da boca, suspirou indiferente com seus botões: - Homens são tão primários, que horror!...
"Horror de sentir a alma sempre a pensar..."
> Fernando Pessoa! <
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Fragmento Imperfeito
"(...)Minha inteligência tornou-se um coração cheio de pavor,
E é com minhas idéias que tremo, com a minha consciência de mim.
Com a substância essencial do meu ser abstrato
Que sufoco de incompreensível,
Que me esmago de ultratranscendente,
E deste medo, desta angústia, deste perigo do ultra-ser,
Não se pode fugir, não se pode fugir, não se pode fugir!
Cárcere do Ser, não há libertação de ti?
Cárcere de pensar, não há libertação de ti? (...) "
>Álvaro de Campos/Fernando Pessoa<
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«Eu canto porque o instante existe
e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
sou poeta.»
Cecília Meirelles

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